IMPRENSA, EM GERAL, E AS CONSEQUÊNCIAS DA DIVULGAÇÃO INCOMPLETA SOBRE ACIDENTES DE TRÂNSITO

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IMPRENSA, EM GERAL, E AS CONSEQUÊNCIAS DA DIVULGAÇÃO INCOMPLETA SOBRE ACIDENTES DE TRÂNSITO
Por Sandro O. Fraga (09/11/19)

As notas publicadas, pela imprensa, em geral, sobre acidentes de trânsito, apresentam informações incompletas e sem a devida compreensão do que realmente deveria abranger uma notícia tão importante. Tratar este tipo de acidente como algo normal, rotineiro e sem importância, beira o descaso e desrespeito, com todas as vítimas e seus parentes e amigos, que sofrem com perdas, sequelas e todas as consequências negativas, oriundas de tais fatos. E, além, de repassar pouca informação, uma nota com estas características, deixa de contribuir com a sociedade ao deixar de informar os dados de cada veículo, com o básico: fabricante, modelo e ano, do(s) veículo(s) envolvido(s), no sinistro, e as condições do local – local preciso, e suas características, como reta, curva, condições do tempo e da pista, entre outras que possam ser relevantes.

Se nada for feito, a OMS (Organização Mundial da Saúde) estima que 1,9 milhão de pessoas devem morrer no trânsito em 2020 (passando para a quinta maior causa) e 2,4 milhões, em 2030. Nesse período, entre 20 milhões e 50 milhões de pessoas sobreviverão aos acidentes a cada ano com traumatismos e ferimentos.

Em 2018, segundo a OMS, 73% das mortes no planeta, em acidentes de trânsito, ocorreram com pessoas do sexo masculino, até 25 anos de idade. O Brasil está em 3º lugar, atrás de China e Índia, na tabela de países com maior número de mortes no trânsito.

Toda e qualquer informação pode servir para auxiliar na geração de estatísticas mais precisas e em estudos e pesquisas mais próximos da realidade. Desta forma, um pesquisador, estudioso, profissional ou investigador, pode identificar padrões em acidentes com o mesmo modelo de veículo e se há algum vício no produto, que possa provocar acidentes em série, por exemplo.

Identificar a causa real do acidente pode salvar muitas vidas, em caso de necessidade de se fazer um Recall (chamada da Montadora para solucionar um problema com o veículo, que pode trazer risco à Segurança e à Vida dos ocupantes deste e a terceiros, sejam eles pedestres ou ocupantes de outros veículos).

Infelizmente, as autoridades, os órgãos internacionais, a imprensa mundial, as montadoras e a própria sociedade, não dão a devida atenção ao fato de que não existem estatísticas sobre o veículo como responsável por acidentes de trânsito. Em nenhuma estatística oficial nacional ou internacional apresenta o veículo como causa de acidentes, fato este que demonstra não haver preocupação alguma, sobre a apresentação das reais causas ou origens dos acidentes veiculares, para a sociedade.

Cada cidadão deve se considerar responsável pela construção de uma sociedade melhor. Busque fazer o seu melhor, sempre!

Veja um exemplo padrão de publicação incompleta, aqui.

Fonte: FACEBOOK – Perfil de Sandro de Oliveira Fraga

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